quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Chapecó: Coritiba 1 x 0 Chapecoense - Brasileirão Série A 2015 - 20ª rodada - agosto 2015

O início do returno do Brasileirão 2015 não foi bom para a Chapecoense que, mesmo tendo maior posse de bola, não conseguiu o gol de empate e acabou perdendo para o Coritiba na capital paranaense pelo placar de 1 a 0. Apesar da derrota, o Verdão do Oeste conseguiu manter a 9ª posição na tabela, com 28 pontos, mas vai se afastando dos líderes, Corinthians (43 pontos) e Atlético-MG (39 pontos). O Santa citou brevemente a 20ª rodada no dia do jogo.



     Vence em uma rodada, perde na outra e empata na sequência. Assim tem sido a campanha de bons e maus momentos de Flamengo e São Paulo, que se enfrentam domingo, às 16h, no Maracanã.
     (...)
     Dos quatro times catarinenses na Série A, os dois da Capital entram em campo primeiro, no sábado. Às 18h30min o Avaí faz um confronto direto na luta contra o rebaixamento diante do Santos, na Vila Belmiro. às 21h o Figueirense recebe o Sport, no Estádio Orlando Scarpelli, em jogo que marca a estreia de René Simões. No domingo a Chapecoense vai a Curitiba enfrentar o Coxa, às 11h, enquanto o JEC, recebe o Fluminense às 16h, na Arena Joinville.

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Esportes - 22-23/08/2015 - p. 25 

A Chapecoense não conseguiu vencer o Coritiba, apesar da maior posse de bola

     A Chapecoense mais uma vez não conseguiu se impor fora de casa e neste domingo*, na 20ª rodada do Brasileirão, perdeu para o Coritiba por 1 a 0, no Couto Pereira. A disputa marca o início do returno do campeonato. Mas mesmo com a derrota, a equipe catarinense permanece na nona colocação da Série A do Brasileirão, com 29** pontos. Já o Coxa fica ainda na zona de rebaixamento.
     A disputa começou equilibrada com as duas equipes mantendo forte marcação na intermediária. Com poucas opções de jogada, ambos apostaram em lançamentos em profundidade e até os primeiros quinze minutos não houve lances de risco. O time catarinense chegou a mostrar-se taticamente superior, com maior posse de bola, mas não apresentou perigo ao adversário.
     Mas a situação começou a mudar depois de uma ofensiva do Coritiba, a primeira do jogo em direção ao gol. Lúcio Flavio arriscou um forte chute de fora da área, mas o goleiro Danilo agarrou com facilidade.
     Dois minutos depois foi a vez da Chapecoense invadir a área adversária. Ananias chutou rasteiro mas Wilson defendeu. No rebote, Roger tentou cabecear contra o gol, mas o goleiro do Coritiba novamente se sobressaiu e afastou a bola com um soco.
     O gol da equipe paranaense foi sair aos 23 minutos. Henrique Almeida recebeu lançamento de Leandro Silva na grande área, girou o corpo tirando a chance dos zagueiros e com um forte arremate balançou as redes da Chapecoense.
     O gol abalou a equipe catarinense, que se desarticulou e parou de oferecer ameaças ao Coxa. A equipe paranaense partiu pra cima e a Chapecoense, tendo que forçar na marcação, recebeu dois cartões amarelos ainda no primeiro tempo: um para Bruno Silva e outro para Cleber Santana, que acertou uma cotovelada em Cáceres.
     No segundo tempo o Coritiba recuou e passou a esperar oportunidade de contra-ataque. A Chape conquistou a posse de bola durante todo o segundo turno e partiu pra ofensiva, mas não conseguiu penetrar a defesa paranaense.
     O Coxa ainda quase ainda ampliou o placar aos 24 minutos do segundo turno. Ruy recebeu cruzamento de Carlinhos na cara do gol mas chutou pra fora. Já a Chapecoense teve oportunidade de empatar aos 27 minutos, em falta perigosa a poucos metros da grande área, mas a cobrança saiu pela linha de fundo. Outra boa chance, também em bola parada, foi uma cabeçada de Wagner.
*Partida realizada em 23/08/2015.
**O correto é 28 pontos.
Fonte: www.diariocatarinense.clicrbs.com.br
Imagem: Giuliano Gomes - PR Press - Disponível em www.globoesporte.globo.com

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Chapecó: entrega do troféu "O Desbravador" - agosto de 2014

Nota da edição de 23-24/08/2014 trata da entrega do troféu "O Desbravador" a empresários que se destacaram em Chapecó.


Entrega do troféu "O Desbravador" - Chapecó/SC

PREMIAÇÃO

     A prefeitura de Chapecó entregou o troféu "O Desbravador" a nomes empresariais que mais se destacaram no município. Nesta edição foram selecionadas 513 empresas e 40 produtores rurais. Na foto, o prefeito José Caramori entrega o prêmio ao empresário Claudir Volnei Ebert na categoria Destaque Especial Desenvolvimento Tecnológico.

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Coluna de Moacir Pereira - 23 e 24/08/2014 - p. 8
Imagem: Mauri Oliveira - Divulgação

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Chapecó: Chapecoense 2 x 1 Atlético-MG - Brasileirão Série A 2015 - 19ª rodada - agosto 2015

A Chapecoense encerrou o 1º Turno do Brasileirão como o melhor dos times catarinenses ao vencer, na Arena Condá, o forte time do Atlético-MG, 2º colocado da competição. E conseguiu permanecer na parte de cima da tabela, na 9ª colocação com 28 pontos. O Jornal de Santa Catarina deu breve destaque à partida em sua edição de 17/08/2015, mas o Verdão do Oeste merecia mais.


 
O lateral Apodi, autor do gol da vitória da Chapecoense

     Com gols de Cleber Santana e Apodi, a Chapecoense derrotou o Atlético-MG ontem* na Arena Condá. A vitória manteve a equipe do Oeste na nona posição da tabela, com 28 pontos. Pior para o Galo, que acumulou a segunda derrota consecutiva e vê o Corinthians abrir quatro pontos da vantagem na liderança do campeonato.
*Partida realizada em 16/08/2015
Fonte: Jornal de Santa Catarina - Esportes - 17/08/2015 - p. 23
Imagem: Sirli Freitas - Especial - Disponível em www.diariocatarinense.clicrbs.com.br

Guerra do Contestado: o conflito segundo a socióloga Maria Isaura Pereira de Queiroz - 1957

Tratado como tabu ou com indiferença durante a maior parte do século 20, o conflito que há 100 anos grassava o território contestado por SC e PR, só é conhecido pela sociedade graças ao esforço de alguns pesquisadores que se debruçaram sobre o tema. Ainda assim, é apenas uma manchete para a maior parte da população, que desconhece os pormenores do que realmente aconteceu naqueles dias sangrentos. Muitas perguntas talvez permanecerão sem resposta para sempre.



     Não, a presente postagem não pretende responder às inquietantes questões sobre a Guerra do Contestado que ainda hoje clamam por respostas. Desejamos apenas compartilhar brevemente alguns aspectos de uma obra, publicada em 1957 por Maria Isaura Pereira de Queiroz, 40 anos após o conflito, que pode ter sido uma das primeiras a tentar compreender o que se passou naquele período sangrento da nossa história.
     Não desejamos analisar a intenção da autora, seu viés ideológico ou tecer julgamentos de valor, apenas apresentar dados sobre este trabalho, que pode ser desconhecido de muitas pessoas, mas que já deve ter sido estudado e revisado por pesquisadores que a sucederam.
     Maria Isaura Pereira de Queiroz, nascida em São Paulo em 26/08/1918, é socióloga formada pela Universidade de São Paulo, de quem recebeu o título de professora emérita. Dedicou-se à atividade docente e à pesquisa naquela instituição até 1990. Depois de concluídos seus estudos na USP, em 1951 vai a Paris onde, orientada por Roger Bastide, que já fora seu professor na USP, cinco anos mais tarde obtêm o diploma da Escola Prática de Estudos Avançados (École Pratique des Hautes Études, EPHE) com a tese "Guerra santa no Brasil: o movimento messiânico do Contestado". Encontramos um exemplar desta obra, publicada em francês, à venda num site brasileiro de livros usados.
     O texto no qual fundamentamos nossa postagem não abrange a obra integral, que em sua versão francesa tem 299 páginas. Publicado originalmente em língua alemã no Anuário de 1957 do Instituto Hans Staden de São Paulo, foi republicado, também em alemão, no Almanaque Wille Kalender* de 1958, sendo esta a fonte que utilizamos. O título Die Fanatiker des "Contestado" corresponde a Os fanáticos do "Contestado" e pode corresponder a um capítulo da obra original, traduzido do português por Ulrich Gogarten.
   O texto em questão trata o conflito como sendo político-religioso, de caráter messiânico, e traça alguns paralelos com a Guerra dos Canudos (1896-1897). Há um claro reconhecimento da gravidade do conflito a partir da sua longa duração e do fortíssimo emprego da força militar, incluindo-se, pela primeira vez, o uso da aviação.
     O viés político estaria na questão de limites entre SC e PR e na insatisfação das pessoas do território contestado com a Proclamação da República, pondo fim à Monarquia no Brasil. Esta mudança seria a culpada pelas mazelas pelas quais passavam. A Revolução Federalista (1893-1895), tentativa de deter o avanço dos ideais republicanos na forma como haviam sido determinados, teria contribuído para animar aquela gente a criar uma nova monarquia, governada por um fazendeiro ao qual denominaram imperador, na localidade de Taquaruçu, no estabelecimento ao qual chamaram Quadro Santo.

Rendição de um grupo de caboclos

     Explora detalhadamente o papel messiânico dos chamados monges junto a um povo esquecido numa região abandonada: eram seu sacerdote, seu médico, seu conselheiro e, no momento certo, seu redentor. Informa que os jornais de Florianópolis, entre 1890 e 1910, citam a existência de pelo menos seis monges e defende que podem ter sido muitos mais. Diz ainda que o monge José Maria, surgido no final de 1911 ou início de 1912, se anunciava como sendo irmão do monge João Maria, de atuação conhecida no período 1889-1893. O texto sugere que o conflito armado era visto pela gente do território contestado como uma guerra santa nos moldes do que conhecemos atualmente no âmbito do Islamismo: o gentio precisa ser destruído.
     Descreve o dia-a-dia da vida nos redutos, a hierarquia existente, as atividades religiosas, o trabalho e o lazer, dá nome a algumas localidades onde existiram redutos e cita os principais personagens. Além dos monges, também Teodora, que se comunicaria com eles, e Adeodato, seu último líder.
     A lacuna fica por conta das estatísticas, ainda que a certa altura mencione a cifra de 10 mil pessoas assentadas nos redutos. As batalhas travadas são descritas de forma econômica, bem como o número de mortos de ambas as partes. Curiosa é a omissão total, ainda que o tema tenha sido tratado em outra parte da obra, da construção da ferrovia e da concessão de terras para exploração de madeira para a empresa americana responsável pela construção da ferrovia, aspectos hoje entendidos como vitais para a compreensão do conflito.
     Para uma melhor compreensão do pensamento da autora seria necessário conhecer a obra em toda a sua extensão. Evidentemente na atualidade podem existir fontes das quais a autora na década de 1950 não podia dispor, como arquivos militares, abertos mais tarde para o crivo de pesquisadores. Ainda assim, trata-se de um texto muito interessante e que pode dar ao leitor, mesmo passados quase 60 anos de sua publicação - textos antigos e atuais não se excluem, se complementam -, uma boa visão, ainda que parcial, do triste e sangrento episódio que teve espaço em nosso Estado há um século.
     Triste mesmo é olhar para trás e constatar que tudo aquilo provavelmente poderia ter sido evitado por meio do diálogo e de ações sociais, obrigações governamentais, voltadas ao respeito àquele povo esquecido. O tema é complexo, mas diz respeito à nossa história e não devemos tratá-lo com indiferença - bastam os erros que foram cometidos no passado.
     
*Almanaque publicado anualmente em Blumenau durante mais de três décadas por Otto Paul Wille, imigrante alemão chegado ao Brasil em 1904.

Fonte - texto pesquisado: Almanaque Wille Kalender 1958 - Blumenau/SC - p. 217-241
Fonte - dados biográficos da autora: SIMIONI, A. P. C.... [et. al.] (orgs.). Criações compartilhadas: artes, literatura e ciências sociais. - 1ª ed. - Rio de Janeiro: Mauad X: Faperj, 2014 - Disponível em www.books.google.com.br
Imagem: Claro Gustavo Jansson - Disponível em www.unochapeco.edu.br

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Chapecó: Goiás 0 x 0 Chapecoense - Brasileirão Série A 2015 - 18ª rodada - agosto 2015

A Chapecoense enfrentou o Goiás na qualidade de visitante e, considerando as chances de gol perdidas pelo adversário, deve valorizar o ponto fora de casa conquistado graças ao empate sem gols. O resultado manteve a Chape em 9° lugar com 25 pontos, 3 atrás do Palmeiras, 8º colocado, 4 atrás do Atlético-PR, 7° colocado, 5 pontos atrás de Fluminense e Sport, respectivamente, 5º e 6º colocados e 12 atrás do Corinthians, novo líder do Brasileirão.


Tiago Luís desperdiça a melhor chance da Chapecoense na partida

     O momento era muito melhor para a Chapecoense. Com nove pontos de vantagem na tabela, o time do Oeste chegou esta quarta-feira* no Serra Dourada para enfrentar um Goiás que vinha de uma sequência de cinco partidas sem vitória. Porém, não soube impor seu jogo e teve que se contentar com um placar de 0 a 0.
     Apesar de o futebol apresentado não ter sido dos mais empolgantes, com pouquíssimas finalizações, o resultado não é ruim para o Verdão, que volta para casa com mais um ponto somado e já tem sobras em relação à meta do turno calculada pelo colunista do DC, Professor Kmarão.
     Os donos da casa quiseram fazer valer a força do Serra Dourada, pressionaram e dominaram a primeira etapa. A Chapecoense mal conseguia passar do meio de campo, enquanto, lá atrás, se defendia como podia das investidas esmeraldinas. O time comandado por Vinícius Eutrópio teve apenas uma boa oportunidade, na bola parada. Porém, Tiago Luís cobrou a falta direto para fora.
     Já o Goiás fez trabalhar o goleiro Danilo, que vivia noite insegura. A pouca torcida presente ao estádio ensaiou o grito de gol aos 18 minutos, quando Bruno Henrique finalizou, Danilo até tocou na bola, mas deixou escapar. A redonda saiu por muito pouco pelo lado direito do goleiro. Aos 30 minutos, outro suspiro do torcedor ao ver Patrick mandar uma bomba de fora da área, que balançou a rede pelo lado de fora.
     Na segunda etapa, Eutrópio tratou logo de colocar Cleber Santana, que se recuperou de lesão, no lugar de Gil, para qualificar a criação do time. Porém, o time permaneceu apático e recuado, esperando os erros do Goiás, que foram muitos, mas mesmo assim a Chapecoense não conseguiu emplacar contra-ataques.
     Melhor no segundo tempo, Danilo salvou a Chapecoense aos 28 minutos, quando a zaga deu espaço, Bruno Henrique invadiu a área e finalizou cara a cara co o goleiro, que fez bela defesa. O Verdão do Oeste não permitiu que a produtividade do adversário se traduzisse em gols, mas não ameaçou em nada a meta oposta.
Partida realizada em 12/08/2015.
Fonte: www.diariocatarinense.clicrbs.com.br
Imagem: Divulgação - Chapecoense

Abelardo Luz, Canoinhas, Mafra e Porto União: novas promotorias de justiça do MP - julho de 2015

A nota a seguir foi publicada na edição de 11/07/2015 do Jornal de Santa Catarina.




     Em meio à luta contra o congelamento dos repasses que recebe do Estado, o Ministério Público de Santa Catarina tem motivos para comemorar. O governador Raimundo Colombo (PSD) sancionou um pacote de projetos da instituição que foi aprovado pela Assembleia. Está na lista o aumento do piso salarial do MP-SC, a criação de seis vagas de procurador (com dois assistentes cada) e seis novas promotorias de justiça, em Jaraguá do Sul, Araranguá, Canoinhas, Mafra, Porto União e Abelardo Luz.

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Coluna de Moacir Pereira - Upiara Boschi/Interino - 11 e 12/07/2015 - p. 8
Imagem: www.blog.euvoupassar.com.br

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Chapecó: Chapecoense 2 x 2 Figueirense - Brasileirão Série A 2015 - 17ª rodada - agosto 2015

A Chapecoense estava com a faca e o queijo nas mãos para marcar 3 pontos na tabela contra o Figueirense na Arena Condá pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro, mas se descuidou e o jogo terminou empatado em 2 a 2. O resultado permitiu que se mantivesse no 9° lugar, agora com 24 pontos, mas os dois pontos perdidos em casa fizeram com que ficasse numa situação mais vulnerável ao avanço de equipes como a Ponte Preta, que encerrou a rodada com 22 pontos, e Cruzeiro e Internacional, que a encerraram com 21 pontos cada. Atrás deles vêm Flamengo, Santos, Figueirense e Avaí, todos com 20 pontos, seguidos dos times da zona da degola. O Jornal de Santa Catarina noticiou a rodada em suas edições de 08-09 e 10//08/2015.



     A 17ª rodada do Brasileiro reservou um presentão aos fãs de futebol no Dia dos Pais, com clássicos em São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Na capital paulista São Paulo e Corinthians medem força domingo, às 16h, no Morumbi. (...)
     No mesmo horário, em Chapecó, a Chapecoense recebe o Figueirense na Arena Condá na tentativa de derrubar um tabu: há sete jogos o time do Oeste não vence o Alvinegro. O último triunfo foi há dois anos.

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Esportes - 08 e 09/08/2015 - p. 26

A Chapecoense não vence o Figueirense desde 2013

     A Chapecoense chegou a abrir 2 a 0 contra o Figueirense ontem*, na Arena Condá, mas cedeu o empate nos minutos finais. A torcida, que provocava o técnico visitante, Argel Fucks - que declarou que abandonaria o futebol se perdesse para a Chapecoense - teve que engolir um sapo.
     O alvinegro continua atravessado na gargante do torcedor da Chapecoense: já são sete jogos sem vitórias do time do Oeste no clássico. A última vitória foi em junho de 2013, por 2 a 0, no Orlando Scarpelli.
     Os gols vieram no segundo tempo. Bruno Rangel abriu o placar e Tiago Luís ampliou para o time da casa. Mas o Figueirense não estava morto. Aos 37 o alvinegro conseguiu descontar num chute de Dudu que desviou em Apodi. Seis minutos depois, Marcão garantiu um ponto um ponto para o alvinegro.
*Partida realizada em 09/08/2015.
Fonte: Jornal de Santa Catarina - Esportes - 10/09/2015 - p. 17
Imagem: Sirli Freitas - Divulgação