segunda-feira, 16 de junho de 2014

Herval d'Oeste: os primórdios da família Pittol em Santa Catarina

A primeira loja da Pittol Calçados surgiu na cidade de Concórdia. No entanto, a semente do negócio da família que deu origem à Pittol Calçados foi plantada em Herval d'Oeste. Com seu nome consolidado em diversos municípios do Sul do Brasil, no dia 02/05/2014 aconteceu a inauguração da terceira loja da Pittol Calçados em Blumenau. Para anunciar o evento, a empresa fez circular no Jornal de Santa Catarina um pequeno encarte-catálogo intitulado "Sua vida faz a nossa história". Reproduzimos abaixo o breve histórico da empresa que o mesmo contém.



SUA VIDA FAZ A NOSSA HISTÓRIA


     Nos anos 20, a Família Pittol chegou em Santa Catarina com os três irmãos sapateiros, Horácio, Bonifácio e Serafim, que criaram a fábrica Pittol em Herval d'Oeste. 
     Em 1958 o irmão Serafim se mudou para Concórdia e comprou uma pequena loja que se tornaria símbolo do comércio varejista no Brasil.
     Já com experiência, em 1969, a empresa decide iniciar um processo de expansão multiplicando as lojas em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Um crescimento impressionante que tem por detrás muita disciplina e coragem para investir, e que faz da Pittol Calçados uma referência para o país.
     A Pittol vem contando sua história junto com a de Blumenau. Há 18 anos inaugurou sua primeira loja, e no final do ano passado sua segunda loja. Agora mais uma vez, acreditando no potencial da cidade, inaugura uma mega loja bem no centro de Blumenau, sempre pensando em fazer história junto com você.

Fonte - imagem e texto: encarte-catálogo Pittol Calçados: "Sua vida faz a nossa história".

terça-feira, 10 de junho de 2014

Curitibanos: Almanak Laemmert - 1918 - Parte III: comércio, indústria e profissões

Encerrando a reprodução de dados referentes ao município de Curitibanos encontrados no Almanak Laemmert de 1918, seguem dados referentes à vida econômica do município. Além de fornecer informações interessantes sobre o passado do município, os nomes mencionados também podem ser úteis no contexto do estudo da genealogia das famílias curitibanenses. Como nas postagens anteriores, mantivemos o texto em sua grafia original.


Paisagem ao lado de pequena serraria: pinhal, madeira cortada e roça, em Curitibanos - 1959

Commercio, industria e profissões

Açougues: Jeremias Rodrigues de Jesus e José Evaristo Nunes.
Agrimensor: Gil Corrêa Vianna
Alfaiate: Alberto Krieger.
Apicultores: Antonio Rossi e João Panso.
Armarinho, fazendas, seccos e molhados: Alfredo Callete & Rauen, Edmundo Dantas d'Oliveira,
     Euclides Ferreira de Albuquerque, João Caetano da Silva, José Kinol, Sergilio Paes de Farias e
     Theodoro França Pereira.
Barbeiro: Solano Evaristo Nunes.
Bilhares: Jesuino Feliciano de Proença e Theodoro França Pereira.
Carpinteiros e marceneiros: Antonio Dolbert, Augusto França e Guilherme Basson.
Dentista: Alziro Soares de Oliveira.
Ferragens: Aristides de Oliveira Lemos, Clemente Alves do Prado e João Duarte de Mello.
Ferreiros: Miguel Francisco Driesser e Paulo Bernardoni.
Hotel: Evaristo de Souza Nunes.
Licores, gazosas e xaropes (Fabricas de): Pedro Berto.
Parteiras: Maria Ignacia do Prado e Maria Palma.
Pedreiros: Ovidio Votolino e Ricardo Ganz.
Photographo: Romario Lemos.
Sapateiros: Antonio Ribas de Macedo e Emiliano Augusto de Carvalho.
Seccos e molhados: Avelino Mendes de Moraes, Evaristo de Souza Nunes, Filismino Alves Ortiz e Rufino
     Rodrigues França.
Sellarias e arreios: Antonio Rossi e Fioravante Ortigari.

Agricultores e lavradores

Antonio Rodrigues França, Custodio Francisco Ortiz, Domingos Fogaça de Almeida, Domingos Rodrigues França, Evangelista Leite das Neves, Guardiano Pires de Morais, Henrique dos Santos Weber, Henrique Valing, Ignacio Francisco Ortiz, João Leite de Almeida, João Leite das Neves, Joaquim Antonio dos Santos Maciel, Oliverio Joaquim Ferreira, Pedro Domingues de Oliveira, Pedro Francisco Ortiz, Ramiro Alves de Souza, Satiro Paes de Farias e Silverio Paes de Farias.

Criadores

Alfredo Callete, Altino Gonçalves de Farias, Alvaro José de Castro, Analio Paes de Farias, Antonio Cordeiro de Sampaio, Antonio Francisco Ortiz, Antonio Nepomuceno Cruz, Augusto Rauen, Clemente da Silva Ribeiro, Elisiario Paion Filho, Eva Hau, Faustino José da Costa, Felicidade de Almeida, Firmiano Rodrigues de Almeida, Francisco Ferreira de Almeida, Francisco Pires Ferraz, Francisco Rauen, Graciliano Torquato de Almeida, Henrique Paes de Almeida, Honorio da Silva Ribeiro, João Alves Vieira, João Baptista da Silva Ribeiro, João Graniman, João Pereira de Camargo, João Severo de Oliveira, Joaquim Pires Ferraz, José Custodio de Mello, José Goettin Sobrinho, José Rauen, Leandro Graneman, Leopoldo Domingues de Arruda, Manoel Graneman, Maria Alves Vieira, Maria Hau, Maximo Antonio de Moraes, Miguel Francisco Driessen, Miguel dos Santos Souza, Nestor Pires Ferraz, Nicolau Goettin, Oliverio Pires Ferraz, Patricio Paim Vieira, Pedro Driessen, Polycarpo da Silva Ribeiro, Silverio Pereira Bastos, Simpliciano Rodrigues de Almeida, Theodoro Pereira de Camargo e Virgilio Pereira.

Fonte: Almanak Laemmert - 74° Anno - 2° Volume - Estados - 1918 - p. 4198-9.
Imagem: Pedro Pinchas Geiger e Tibor Jablonsky - disponível em www.biblioteca.ibge.gov.br


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Curitibanos: Almanak-Laemmert - 1918 - Parte II: associações, entretenimento, repartições e serviços federais

Dando continuidade à reprodução de dados referentes ao município de Curitibanos encontrados no Almanak Laemmert de 1918, nesta postagem apresentamos diversos aspectos ligados à vida social e à administração do município. Além de fornecer informações interessantes sobre a história do município, os nomes mencionados também podem ser úteis no contexto do estudo da genealogia das famílias curitibanenses. Da mesma forma que na postagem anterior, mantivemos propositalmente o texto em sua grafia original.


Paisagem ao lado de pequena serraria: pinhal, madeira cortada e roça, em Curitibanos - 1959


NOTA. - Não se recebendo as informações solicitadas ao dignissimo intendente municipal, 
     publicam-se todas as informações anteriores.

Associações: Euterpe Coritibanense.

Theatro: Municipal

Repartições e serviços federaes

Collectoria federal:
     Collector: Marcolino Pedroso do Amaral.
     Fiscal: Leogidio Vicente de Mello.

Telegrapho:
     Telegraphista: Alfredo Gomes.

Correio:
     Agente: Laura Duarte de Proença.
     Estafetas: Ottilio Carvalho da Fonseca.
     Santa Cruz das Canoinhas: João Pires de Lima.
     Lages: Francisco Ribeiro Diogo.

Justiça federal:
     Supplentes do juiz substituto: Francisco Ferreira de Albuquerque e João Caetano da Silva.
     Ajudante do procurador da Republica: Leopoldo Domingues de Arruda.

Guarda nacional:
     Coroneis: Francisco Ferreira de Albuquerque, Francisco Ferreira de Almeida e Marcos Gonçalves de
                     Farias.
     Tenentes-coroneis: Faustino José da Costa, Grauliano Torquato de Almeida, Henrique Paes de
                                  Almeida, José Francisco de Carvalho e Virgilio Pereira.

Administração municipal:
     Superintendente: Marcos Gonçalves de Farias.
     Vice-intendente: Faustino José da Costa.
     Secretario: Ceslau Silveira de Souza.

Camara municipal:
     Presidente: Francisco Ferreira de Albuquerque.
     Vice-presidente: João Severo de Oliveira.
     Secretario: Virgilio Pereira.
     Vereadores: Altino Gonçalves de Farias e Henrique Paes de Almeida.
     Fiscal: David Maciel.

Administração judiciaria:
     Juiz da comarca: Dr. Guilherme Abry
     Supplentes: Graciliano Torquato de Almeida e Chrispim José Ribeiro.
     Adjunto do promotor: Edgar Barreto.
     Escrivães e tabelliães: Antonio José Henriques de Amorim, Hercilio Moreira e José Francisco de
                                      Carvalho.
     Official de justiça: Manoel Ribeiro Maltez.

Administração policial:
     Delegado: Antonio Marques de Souza.
     Subdelegado: Alfredo Callute.

Instrucção publica:
     Chefe escolar: Marcos Gonçalves de Farias.
     Professores estadoaes: Eduardo Metzer, Colônia Vieira; João S. Mattos e Josephina Amorim.
     Escolas subvencionadas:
          Professores: Antonio Carlos do Amaral, Campo da Rocha; Eduardo Pires de Lima e Pedro
                             Esperidion de Almeida Hoffer.

Instrucção particular:
     Collegio parochial:
          Director: Padre Gaspar Flesch.
          Professores: Eduardo Pedro do Amaral e Padre Meinandro da Ordem de S. Francisco.
     Collegio da sociedade escolar:
          Professor: Manoel de Freitas Trancoso.
     Professores particulares: Fernando Knoll, Campo Bello; e Francisco José de Salles, Villa Nova.

Collectoria estadoal:
     Collector: Felicio Martins dos Anjos.
     Escrivão: Custodio Francisco de Campos.

Religião:
     Convento dos Franciscanos:
          Superior: Padre Gaspar Flesch.
          Sacerdotes: Padre Meinandro e Padre Rogerio Nenhans*.
                            (*Nota nossa: provavelmente Frei Rogério Neuhaus, que atuou na Guerra do
                            Contestado e empresta seu nome ao atual município de Frei Rogério.)

Fonte: Almanak Laemmert - 74° Anno - 2° Volume - Estados - 1918 - p. 4198.
Imagem: Pedro Pinchas Geiger e Tibor Jablonsky - disponível em www.biblioteca.ibge.gov.br

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Curitibanos: Almanak-Laemmert - 1918 - Parte I: aspectos gerais

Reproduzimos dados referentes ao município de Curitibanos encontrados no Almanak Laemmert de 1918, que fornecem interessantes informações sobre a história do município. Mantivemos propositalmente o texto em sua grafia original, por entender que isso enriquece a postagem. O texto convida à pesquisa complementar, pois muitas informações precisam ser interpretadas à luz dos conhecimentos de hoje - por exemplo, a presença do leão no lugar, provável alusão ao puma, também conhecido como leão-baio. 


Floresta de araucárias no município de Curitibanos - 1959

CORITIBANOS - Comarca e municipio


Foi em 1749 que os paulistas começaram o seu transito por Coritibanos; em 7 de Agosto de 1766 era
     povoação de Lages. Sómente em 1800 foram construidos alguns ranchos no logar onde hoje existe a
     villa. O municipio comprehende o grande planalto que separa o systema fluvial do Rio Canôas e Iguassú.

Limites: Os municipios de Lages, Blumenau e Canoinhas.

Districtos: Coritibanos e Santa Cecilia.

Viação: Estradas de cargueiros pessimas para os municipios limitrophes; a estação de estrada de ferro mais
     proxima e a de Rio Caçador, da S. Paulo-R. Grande.

Serras: Esperança e Espigão.

Rios: Canôas e seus afluentes, rio Maromba que recebe o Taquarassú, rio Correntes com os seus afluentes,
     Patos, Serra, Bonito, Bonitinho, Paiol, Pena Don, pela margem direita do rio da Pedra, Portella,
     Sumidor, Itajahy com os seus affluentes: Pombas, Trombudo e Pombainho, quasi todos com importantes
     quedas de agua. (Veja Almanaks anteriores).

Clima: Ameno e saudavel.

Povoados: Pontes Altas e Santa Cecilia.

Mineraes: Na serra do Espigão: crystaes de rocha, amarellos, roxos e azulados, granito, itacolomito e
     quartzo. Na Serra do Timbó: carvão, chumbo, cobre, ferro e crystal de rocha. Na Serra das Perdizes:
     feldspatho, silicio, etc.

Flóra: Araucária brasiliensis, canelas, canema, guamirim, ferro, casca de anta, ilex paraguayaensis, o botiá,
     japecanga, bugre, velame, cipó, timbó, gengibre, losna, salva, tanchagem, ciúna, jalapa, tayuyá, espinho
     de carneiro, orelha de gato, aconito, arnica e outras mais vulgares.

Fauna: Mamiferos, o macaco, o bugio, o vampiro, o leão, a onça, o tigre preto, a jaguatirica, o gato do
     matto, o gorilha, o guará, o aguarachain, o irara, a lontra, a paca, o zurilha, o coati, o ouriço, o coandri, a
     capivara, a cotia, o coelho, a anta, o cervo, o tamanduá bandeira, o tamanduá mirim, o tatú, o mulito, o
     cuico, e outros.

Aves e passaros: o gavião branco, o carancho, a gralha, o canario, a rabilonga, a tezourinha, chapim, o
     bicolor, João de Barro, o pintado, o pintasilgo, o colibri, o pica-pau, o Martim pescador, o tucano, o
     marácana, o tiriva, o jacú, o zocó, a garça, a cegonha, o curicara e outros.

Reptis: o kagado, a jararacussú, a jararaca, a cascavel, e a cobra coral.

Amphibios: o sapo boi, o sapo martello e a rã.

Peixes: o jundiá, o dourado, o surnay, o cará, lambary, o piava e o nichola.

Insectos: ametabolas, myrmeleon, carabus, hydrophilus, emus, necroplovus, cetonias, dynastes, geotrupes,
     buquetis, elater, zanabios, tetramera hylobim, hymenapter, as apis, andrena, ammophilas, entomophagas,
     rhodites, lirex, lepidopteras ou borboletas, borboletas nocturnas e outros.

Culturas: Cereaes, o milho, a cevada, o trigo, o centeio, a aveia, o arroz, etc.

Exportação: Fumo, queijo, xarque, milho e feijão.

População: 10.000 habitantes

CORITIBANOS. - Villa, séde da comarca e do municipio, está situada á altitude de 900 metros; latitude
     29° 17' 4''; longitude do Rio de Janeiro, 7° 24' 40''; longitude W. Greenvich 50° 35' 1''; dista de
     Florianopolis cerca de 48 leguas; 4.000 habitantes.

     
Fonte: Almanak Laemmert - 74° Anno - 2° Volume - Estados - 1918 - p. 4198.
Imagem: Pedro Pinchas Geiger e Tibor Jablonsky - disponível em www.biblioteca.ibge.gov.br

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Lages: "SC Abraça - As cidades mais acolhedoras de Santa Catarina"

O município de Lages está na Serra, mas é ocasionalmente citado aqui por ser uma espécie de ancestral dos municípios do Meio-Oeste e Oeste catarinenses. Sua população cresceu 7,78% por conta da imigração entre 2000 e 2010, segundo estudo realizado neste período pelo IBGE. O Jornal de Santa Catarina, ao divulgar o resultado do estudo, publicou o texto a seguir, de autoria do atual governador Raimundo Colombo, que nasceu e mantém raízes em Lages, cidade onde viveu uma infância tradicionalista. Com esta postagem, fechamos a série "SC Abraça - As cidades mais acolhedoras de Santa Catarina."


 

A vida em Lages prioriza a amizade e a convivência, garante o governador de SC


     "A amizade e a simplicidade são as características mais marcantes do lageano. Arrisco até a dizer que o frio da Serra contrasta com o calor dos nossos corações. Cresci numa família humilde e muito unida. Meu pai - comerciante e pecuarista - tinha o Armazém Colombo, no Centro da cidade. Mas não era apenas um local para venda de produtos. Com o passar do tempo o comércio se transformou no ponto de encontro de amigos.
     No sobrado da Rua Quintino Bocaiúva, o armazém ocupava o andar térreo, e no piso superior era a nossa casa onde eu e mais nove irmãos tivemos uma vida privilegiada, cheia de sabores e emoções. Uma das peças da casa que mais me encantava era a radiola, objeto de cuidados do meu pai. Minha mãe, com aquele jeitinho que só as mães têm, me ensinou que a simplicidade é o caminho para enxergar a beleza das coisas.
     Lages para mim é mais do que a cidade que nasci. É uma janela para as lembranças mais caras da minha infância. O cheirinho do pão quentinho feito pela mãe, a sopa reconfortante depois de um dia que se dividia entre a escola, as brincadeiras e uma ajudinha no armazém, que era o ganha-pão da família. Lembro que, nas noites frias, todos nos juntávamos perto do fogão à lenha para comer pinhão na chapa. Confesso que essa é uma das coisas que mais gosto de fazer até hoje.
     A região serrana tem algumas particularidades. Claro que a vida moderna, com todas as suas coisas boas e ruins, também chegou lá, mas ainda é possível ter uma boa qualidade de vida. Em Lages, estresse se cura com um passeio pelo campo ou uma boa conversa com um amigo.
     Cada vez mais vejo as pessoas em busca de simplicidade, porque nossa rotina é complexa e cansativa. Imagine abrir a janela numa manhã ensolarada e ver uma paisagem como a da Coxilha Rica, que, além da sua beleza geográfica, conta a história de homens de garra e coragem que abriram estradas, contribuíram para o nascimento de cidades. Ver aquelas araucárias imponentes riscando a paisagem, o riacho de pedras, a divisão de terras feitas por taipas, num trabalho que beira uma obra de arte.
     Lageano gosta de conviver, gosta de receber bem os visitantes. Em torno disso é que vem o desenvolvimento econômico, as oportunidades. Acho que a nossa filosofia de vida, esse nosso jeito quieto e carinhoso de ser tem atraído muita gente, não só para conhecer o frio e se deliciar com a nossa gastronomia, mas para morar e investir na cidade. E, como está expresso no Hino de Lages, nossos sorrisos são sempre de amor."

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Encarte SC Abraça - As cidades mais acolhedoras de Santa Catarina - 1º Caderno: Oeste e Serra - 24/06/2012.

Texto: Raimundo Colombo
Reportagem: Daisy Trombetta, Darci Debona e Pablo Gomes.
Produção: Roberta Kremer e Mariju de Lima
Edição: André Lückmann
Diagramação: Fabiano Peres
Imagem: Antonio Carlos Mafalda, Divulgação Secom

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Treze Tílias: "SC Abraça - as cidades mais acolhedoras de Santa Catarina"

Um estudo do IBGE realizado entre 2000 e 2010 demonstrou que a população de Treze Tílias teve um incremento de 9,49% decorrente da imigração. Em junho de 2012 o Jornal de Santa Catarina publicou o resultado do estudo em questão e dedicou a Treze Tílias a matéria a seguir.



     Um laço cultural permanente marca a rotina dos imigrantes austríacos que vivem em Treze Tílias. A cidade tem, proporcionalmente, o maior número de estrangeiros do Estado (1,53%). Por conta disso, é conhecida como a maior colônia austríaca no Brasil. Não por coincidência, o município respira ares europeus quando se avalia a cultura e o modo de vida de seu povo.
     Há 14 anos, Simone Wimtpissnger abandonou a Europa acompanhada pelo marido, catarinense, e adotaram Treze Tílias para morar. Mesmo depois de tanto tempo, a austríaca ainda arrasta forte sotaque no português e faz questão de manter suas raízes culturais.
     Simone trabalha como guia turístico em um hotel e não tem planos de ir embora. Ela destaca a limpeza e a qualidade de vida do município, que considera ideal para criar as filhas, de 14 e de 16 anos.
     - Elas têm a adolescência que eu tive na Áustria. Podem andar de bicicleta, a cavalo. São poucos os lugares onde isso ainda é possível. Em casa, só falamos alemão e preservamos a cultura. Mas a nossa casa é no Brasil - frisou.
     A Áustria virou destino de férias, que visita os parentes "sempre que pode".


Fonte: Jornal de Santa Catarina - Encarte SC Abraça - As cidades mais acolhedoras de Santa Catarina - 1º Caderno: Oeste e Serra - 24/06/2012.

Reportagem: Daisy Trombetta, Darci Debona e Pablo Gomes.
Produção: Roberta Kremer e Mariju de Lima
Edição: André Lückmann
Diagramação: Fabiano Peres
Imagens: Vani Boza

domingo, 4 de maio de 2014

Campos Novos: "SC Abraça: as cidades mais acolhedoras de Santa Catarina"

Considerada o 'celeiro de SC', Campos Novos viu sua população crescer 9,63% entre os anos de 2000 e 2010, conforme demonstra estudo realizado no período pelo IBGE. O Jornal de Santa Catarina registrou o fato num encarte por meio do texto a seguir.


 
Plantação de trigo em Campos Novos
     
Com economia baseada no setor agrícola, principalmente na produção de grãos, Campos Novos se tornou um atrativo no Meio-Oeste catarinense. É considerado um bom lugar para trabalhar e para investir em negócios. Tanto que 9,63% da atual população veio de fora.
     A produção de grãos é responsável por grande parte do movimento econômico da cidade, que pouco mais de 32 mil habitantes e é considerada o celeiro catarinense. Por conta disso, o setor é bastante valorizado no cenário nacional, o que contribui para a qualidade de vida e a rotina tranquila dos moradores.
     Foi também em busca de sossego que o atual presidente da Cooperativa Regional Agropecuária de Campos Novos (Coopercampos), Luiz Carlos Chiocca, se mudou para a cidade. Natural de Capinzal, fixou residência e constituiu família no município.
     - Todos os meus negócios estão aqui e sinto prazer em estar desempenhando meu trabalho. É um excelente lugar para se viver. Estou há mais de 37 anos no celeiro catarinense, contribuindo com o desenvolvimento deste município, que me acolheu e me proporciona as maiores alegrias de minha vida.

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Encarte SC Abraça - As cidades mais acolhedoras de Santa Catarina - 1º Caderno: Oeste e Serra - 24/06/2012.

Reportagem: Daisy Trombetta, Darci Debona e Pablo Gomes.
Produção: Roberta Kremer e Mariju de Lima
Edição: André Lückmann
Diagramação: Fabiano Peres
Imagem: Marcos Berlanda - disponível em http://www.panoramio.com/photo/63190091