domingo, 15 de fevereiro de 2015

Concórdia: fortes chuvas causam interdição da BR-153 - julho de 2014

Choveu forte no Meio Oeste e Oeste Catarinense no mês de junho de 2014. Além de enchentes ocorridas em diversas cidades, especialmente na região do Vale do Rio do Peixe, diversas rodovias tiveram que ser interditadas. A movimentação do solo, encharcado e sem condições de absorver tanta água, causou fissuras na pavimentação asfáltica, impedindo a continuidade do deslocamento de veículos. O Jornal de Santa Catarina tratou do assunto em sua edição de 10/07/2014.



Chuvas. Oito rodovias seguem interditadas


     CONCÓRDIA - Um mês depois das primeiras chuvas de junho em Santa Catarina, oito rodovias do Estado continuam com trânsito parcialmente ou totalmente interrompido. Os principais casos estão no Meio Oeste, região mais atingida no fim do mês passado.
     As rodovias federais que ligam o Rio Grande do Sul têm as ocorrências mais graves. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR-153, estrada que atravessa o país, há bloqueio total no Km 118, em Concórdia, pouco antes da divisa com o estado gaúcho. Fissuras no asfalto já no Rio Grande do Sul impedem a circulação de veículos e ainda não há previsão de liberação. No Km 49 da rodovia, na cidade catarinense de Vargem Bonita, a pista cedeu e o trânsito está totalmente interditado. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), pretende agilizar a obra com um serviço emergencial. Porém ainda não há previsão para liberação do trecho.
     Com problema também na SC-158, outro acesso ao RS, onde há um semáforo controlando o fluxo em meia pista, as alternativas para viagem ao Estado são as BRs 470, via Campos Novos e Barracão, e a 116, por Lages e Vacaria. Também há interdições parciais na BR-116, na divisa com o Paraná, e na BR-280, em Corupá. No primeiro caso a obra deve ser concluída em até 15 dias. No segundo ainda não há previsão.
     Nas estradas estaduais, os estragos estão concentrados na sua maioria no Oeste e Meio Oeste. Os casos mais graves estão na SC-155, onde há três pontos de interdição. Segundo a Polícia Militar Rodoviária, em dois deles, entre os Kms 70 e 73 e no Km 84, a previsão é de que o trânsito seja totalmente liberado apenas em 28 de agosto. 

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Caderno 'Geral' - 10/07/2014 - p. 18
Imagem: Rodrigo Finárdi - disponível em www.portaldemarcelino.com.br

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Mafra: programa de evangelização - 2014

O jornal O Caminho, em sua edição de junho de 2014, noticiou atividade evangelística ocorrida em Mafra no mês de março daquele ano. Acompanhe a matéria abaixo.



Clovis Nähr evangeliza na cidade de Mafra

     Em continuidade aos princípios do PAMI (Plano de Ação Missionária da IECLB) foi promovido de 21 a 23 de março um programa de evangelização em Mafra (SC). Foi palestrante o pastor emérito Clóvis Nähr, que veio de Canela (RS) para compartilhar os temas "Eu estou numa boa?", "Enfrente a vida de frente" e, no culto de domingo, "A Alegria é a nossa força". Mais de 160 pessoas participaram da evangelização, um bom número para a comunidade de Mafra, no bairro Vila Nova.
     No domingo ocorreu um curso para professoras do culto infantil, coordenado pela catequista Mariane Noely Bail da Cruz, coordenadora do programa de educação cristã contínua no Sínodo Norte Catarinense, com 22 pessoas.

Fonte: Jornal O Caminho - Vida Comunitária - Ano XXX - N°6 - Junho de 2014 - p. 5
Imagem: Divulgação O Caminho

Caçador: instalação do Pastor Ildo Franz da IECLB - 2014

Nota do jornal O Caminho divulga instalação de pastor na Igreja Evangélica de Confissão Luterana (IECLB) em Caçador em abril de 2014.



Ildo Franz assume Caçador


     Ildo Franz é o novo pastor de Caçador (S). Ele foi instalado no dia 27 de abril pelo pastor sinodal Inácio Lemke. Natural de Ituporanga, Franz é casado com Marilu e tem dois filhos, Débora e João Victor. Franz atuou de 2011 até sua vinda a Caçador em Araguaia-Jataí (GO). Foram assistentes da instalação os pastores Marcelo Jung (Oxford-São Bento do Sul) e Francinne de Oliveira Kerkhoff (Curitibanos).

Fonte: Jornal O Caminho - Gente e Eventos - Ano XXX - N°8 - Agosto de 2014 - p. 4
Imagem: Divulgação O Caminho

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Arvoredo e Ponte Serrada: rompimento de barragem em Ponte Serrada deixa Arvoredo em alerta - junho de 2014

Choveu muito nas regiões Oeste e Meio Oeste de Santa Catarina no início do inverno de 2014. O excesso de chuva ocasionou o rompimento de uma barragem em Ponte Serrada, deixando em alerta o município de Arvoredo. A notícia ecoou no Vale do Itajaí nas páginas do Jornal de Santa Catarina.


BR-282 interditada em Ponte Serrada devido ao rompimento da barragem do Vaccaro

Reproduzimos matéria do Jornal de Santa Catarina sobre o tema publicada do final de semana 28 e 29/06/2014:


Arvoredo está em alerta após rompimento de barragem

     Uma barragem particular em Ponte Serrada estourou sexta-feira à tarde em razão do excesso de chuva no Oeste de SC e pode inundar partes da cidade de Arvoredo. Bombeiros de Chapecó, Concórdia e Lages ajudam na retirada de cerca de 30 famílias de regiões próximas ao rio Irani e ao Lajeado Leão.
     De acordo com o subtenente do Corpo de Bombeiros de Chapecó, Nelci Dallagnol, a Barragem do Vaccaro estourou por volta das 14h30min, interrompendo o trânsito na BR-282. O volume de água desemboca no rio Irani e atingiria a cidade de Arvoredo no início da noite. A barragem fica a aproximadamente 56 quilômetros de Arvoredo. O rompimento ocorreu em uma região isolada e a onda de cheia deve passar por quatro pequenas centrais elétricas antes de chegar no município. De acordo com os bombeiros, a barragem é de pequeno porte, mas devido ao alto nível do rio, a evacuação ocorre de forma preventiva.

No dia seguinte, 30/06/2014, o Jornal de Santa Catarina publicou nova matéria, dando conta de que não se confirmaram as previsões catastróficas da edição anterior:

Onze horas de tensão

     Ontem pela manhã, a dona de casa Beatriz Curtarelli finalizou a limpeza da casa. Os moradores de Arvoredo tentavam retomar a rotina após viverem 11 horas de tensão entre a tarde de sexta-feira e a madrugada de sábado. Beatriz lembra que assava um pão quando chegou o filho Eric, correndo:
    - Corre mãe, vamos que estourou a barragem - disse, assustado.
     A barragem era a Central de Geração Elétrica Vaccaro, em Ponte Serrada. Eram 13h59min quando os bombeiros receberam a informação, segundo o major Walter Parizotto, comandante dos bombeiros de Xanxerê. No mesmo instante informaram os bombeiros de Chapecó, que solicitaram reforços para Concórdia e Lages. A primeira informação era que a água, 8 milhões de metros cúbicos, chegaria na cidade em quatro horas. Aos poucos as informações repassadas pela Defesa Civil e bombeiros, num quartel-general montado na Prefeitura, foram acalmando a população. A Polícia Militar tinha que retirar as pessoas que iam até a beira do rio Irani ou na ponte do afluente Lajeado Leão. Por volta de 1h20min a água começou a alagar a rua Rio Branco. O nível chegou a apenas 80 centímetros sobre o asfalto.
     O major Walter Parizzotto, comandante dos bombeiros de Xanxerê, disse que a água perdeu velocidade com as curvas do rio e também nos lagos das outras PCHs* no rio Irani.
     - Foi decisivo para reduzir a velocidade e evitar que aquela onda chegasse - concluiu Parizzotto.
     Para os moradores da cidade de 2,1 mil habitantes, ficou o susto.

* Sigla para Pequenas Centrais Hidrelétricas.

Fontes: Jornal de Santa Catarina - Caderno 'Geral' - 28 e 29/06/2014 - p. 17 + Jornal de Santa Catarina - Caderno 'Geral' - 30/06/2014 - p. 12
Imagem: Caroline Zanchet/Divulgação - disponível em www.g1.globo.com

domingo, 23 de novembro de 2014

Chapecó: homenagem a Lya Wilhelm, primeira mulher no Conselho Diretor da IECLB - 2012

Entre 17 e 21 de outubro de 2012 aconteceu em Chapecó o XVIII Concílio da Igreja (IECLB). Na ocasião foi feita homenagem à Sra. Lya Wilhelm, primeira mulher eleita, em 1972, para o então Conselho Diretor da IECLB. Reproduzimos abaixo a matéria publicada sobre o assunto no jornal O Caminho.


 

     Em 2012 completam-se 40 anos que Lya Wilhelm foi eleita para o Conselho Diretor da IECLB, hoje Conselho da Igreja. O fato histórico foi lembrado durante o Concilio da Igreja, em Chapecó. Lya foi a primeira mulher eleita para esta instância em 1972, no VIII Concílio da Igreja, em Panambi (RS).
     A história de Lya Wilhelm é muito rica e plena de realizações em termos de estudo, formação e serviços. Natural de Cachoeira do Sul (RS), nascida em 14 de julho de 1928, é a segunda dos três filhos do casal Erwino e Elly Freyler Wilhelm. Formada em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1954, com especialização em Tecnologia Educacional na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul em 1978, ela fez cursos de aperfeiçoamento para diretores de escolas estaduais de grau médio e para diretores e professores de ensino médio pela Divisão de Ensino Normal/SEC, em Porto Alegre, e curso de extensão cultural em Assistência Comunitária pelo Gemeindehelferinnen Seminar em Stein b/Nürnberg, na Alemanha.
     Professora de Filosofia e História e especialista em administração escolar, ela foi diretora de escola e prestou diversas assessorias a colégios e faculdades. Também foi diretora e organizadora do Museu Municipal de Cachoeira do Sul, primeira presidente do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico-Cultural da cidade, museóloga e vice-presidente da Associação Rio-Grandense de Museologia.
      Na comunidade evangélica de Cachoeira do Sul foi organizadora do grupo de jovens, presidente da OASE, membro do Conselho Sinodal de Educação no Sínodo Riograndense, da diretoria da OASE do Sínodo Riograndense, do Conselho Diretor da IECLB e delegada da IECLB no Conselho Mundial de Igrejas (CMI) na V Assembleia em Nairobi/Quênia.
     A primeira mulher eleita para o Conselho Diretor da IECLB atualmente* colabora sistematicamente com os departamentos culturais do Núcleo Municipal da Cultura de Cachoeira do Sul, traduz textos da Língua Alemã para a Língua Portuguesa, participa de ações comunitárias e incentiva a promoção e a difusão da cultura. Lya recebeu inumeráveis homenagens em sua cidade, bem como do Estado do Rio Grande do Sul, por seu empenho pela educação.

*Refere-se a dezembro de 2012. Lya Wilhelm faleceu em Cachoeira do Sul (RS), no Hospital de Caridade e Beneficência (HCB), em 23/02/2013.

Fontes + imagem: Jornal O Caminho - Gente e Eventos - Ano XXVIII - N° 12 - Dezembro de 2012 - p. 4 + www.luteranos.com.br.

Caçador: 75 anos de fundação da Comunidade de Caçador da IECLB - 2012

Em julho de 2012 o jornal "O Caminho", periódico publicado pelos Sínodos Norte-Catarinense e Vale do Itajaí, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), publicou matéria, reproduzida a seguir, referente aos 75 anos de fundação da Comunidade de Caçador.


Templo da Comunidade de Caçador

Comunidade celebra 75 anos de fundação     

     No domingo 27 de maio (de 2012), a Comunidade de Caçador comemorou 75 anos. Para lembrar a data, foi realizado um culto festivo, celebrado pela pastora Aline Danielle Stüewer e pelo pastor sinodal do Sínodo Norte-Catarinense, Inácio Lemke
     Em sua pregação, Lemke animou as pessoas a continuarem a sua caminhada como comunidade de Jesus Cristo em Caçador. Ainda destacou que o Espírito Santo de Deus continuará animando, chamando e capacitando pessoas para edificarem a Comunidade Evangélica de Confissão Luterana de Caçador. Na oportunidade, o pastor Inácio também fez o lançamento da Campanha Vai e Vem.
     Após o culto, as pessoas foram recepcionadas no salão comunitário e puderam ouvir mais a respeito da história da sua comunidade. Logo após, foi servido um almoço comunitário. Também foi confeccionado e distribuído um livreto com a história e algumas fotos da comunidade.
     Olhando para a história da Comunidade Evangélica de Confissão Luterana de Caçador, podemos perceber a presença e orientação de Deus. Agradecemos a Deus por ter acompanhado a comunidade até aqui e pedimos a Ele que continue abençoando todos os trabalhos realizados pela comunidade.

Fonte: Jornal O Caminho - Seção História - Ano XXVIII - N° 7 - julho de 2012 - p. 10
Texto: Pa. Aline D. Stüewer - Caçador
Imagem: Divulgação O Caminho

Vargem Bonita: berço da Celulose Irani S.A.

Esta é nossa primeira postagem sobre o município de Vargem Bonita e será dedicada ao surgimento da Celulose Irani S.A., importante empresa do segmento de papel e celulose originária do meio oeste catarinense.


Primeiro prédio construído com tijolos da olaria da empresa - 1944

     A Celulose Irani S.A. é um case de sucesso do mundo corporativo. Surgiu da crise de uma vinícola de Caxias do Sul/RS, a Companhia Vinícola Riograndense que, apesar de capitalizada, viu, no difícil período dos primeiros anos da Segunda Guerra Mundial, diminuir o mercado de vinhos finos.
     O início do conflito na Europa afetou diretamente as importações brasileiras de papel e pasta de celulose, pois causou grande instabilidade no movimento da marinha mercante. Esta crise para a indústria brasileira foi encarada como oportunidade pelos diretores da vinícola, que decidiram investir em outro mercado, o de papel e celulose.
     Visando realizar um estudo de viabilidade econômica, os diretores Galeazzo Paganelli e José Moraes Vellinho enviaram um emissário em busca de pinheirais nos estados de Santa Catarina e Paraná: Alfredo Fedrizzi, homem de confiança que em 11 anos dedicados à vinícola, demonstrara sua competência na defesa dos interesses da empresa. Tinha início a história de sucesso da Celulose Irani S.A.
     A expedição, comandada por Alfredo Fedrizzi e acompanhado de Paulo Pasquali e dos técnicos em araucária João Turra e Emílio Tedesco, partiu numa madrugada de inverno de 1940 rumo ao Oeste de Santa Catarina e posteriormente ao Paraná, com a missão de reconhecer duas fazendas oferecidas à vinícola para construir sua fábrica de papel.
     O local escolhido foi a fazenda São João do Irani, localizada no município catarinense de Cruzeiro do Sul, posteriormente denominado Joaçaba. As dificuldades iniciais foram enormes, pois não havia estradas para chegar ao local, distante 25 km de Vargem Bonita, núcleo habitado mais próximo.
     No início de 1941 Alfredo Fedrizzi seguiu para Campina da Anta, como se chamava a localidade onde estava a fazenda, para ali erguer o primeiro rancho de madeira lascada a machado, às margens do Rio da Anta. Teria sido ele a rebatizar o local com o nome de Campina da Alegria, utilizado até hoje. Em seguida iniciou, com a utilização de pás, picaretas e carrinho de mão, a construção de uma estrada de 25 km de extensão e dois metros de largura em plena mata, exaustiva obra que lhe custou 10 meses de trabalho.
     A empresa foi oficialmente fundada em 06 de junho de 1941, com o nome de Celulose Irani Ltda., tendo como seu administrador o pioneiro Alfredo Fedrizzi.
     Em 1942 foi iniciada a construção do primeiro prédio, com a utilização de tijolos e telhas fornecidos pela olaria. A serraria da empresa abastecia a obra com as madeiras necessárias à sua execução. No mesmo ano foram instalados os primeiros equipamentos industriais: um britador com acionamento hidráulico, as primeiras caldeiras e a primeira máquina a vapor, de 375 HP, para geração de energia.
     No ano seguinte, 1943, foi instalado o primeiro desfibrador a vapor para fabricação de pasta mecânica. Em fins do mesmo ano e início do seguinte, foi montada ao lado das caldeiras outra máquina a vapor. Usada em navios, além de fornecer energia para a fábrica, fazia funcionar dois geradores que mais tarde acionaram a primeira máquina de papel.
     
Primeira máquina de papel - 1946

     O ano de 1944 marcou o início da produção de papel com a utilização da Máquina de Papel Numero I, inaugurada pelo então Governador do Estado de Santa Catarina, Nereu Ramos. Dificuldades com a importação de máquinas dos EUA levaram a alterações no projeto original e compra de equipamentos em São Paulo. Assim, a fábrica iniciou suas atividades sem a produção de celulose, utilizando papéis velhos e pasta mecânica.
     Em 1945 Alfredo Fedrizzi iniciou a construção de uma represa e de uma usina de geração de energia no Salto Flor do Mato, em Campina da Alegria. A obra foi concluída alguns anos mais tarde. A energia elétrica era gerada por uma termoelétrica própria, acionada a lenha, que produzia vapor para abastecer a indústria.
     Os papéis eram cortados em diversos formatos, depois escolhidos e contados em resmas, para em seguida ser embalados e prensados na forma de fardos de aproximadamente 150 kg. Da fábrica eram transportados até Cruzeiro do Sul, onde a empresa mantinha um depósito às margens da Estrada de Ferro São Paulo - Rio Grande. Deste depósito partia de trem para ser distribuído para os centros consumidores do país.
     Em 1948 a fábrica deixou de produzir papel com celulose importada para, a partir de 1949, com a contratação do primeiro técnico e especialista na fabricação de celulose e ácido, Max Erold, passar a produzir sua própria celulose.
     A partir de década de 1950 a empresa não parou mais de crescer e se consolidou em seu ramo de atuação. Neste período passou a utilizar parte de suas reservas florestais, mas desde o início preocupada com o reflorestamento. Em 1958 instalou seu escritório em Vargem Bonita. 
     Na década de 1960 teve início a utilização de mudas de Pinus elliottii, originárias dos EUA. Uma forte nevasca, em 1965, formou uma camada de 20 cm de gelo em torno da fábrica.

Neve no patio de madeiras de Campina da Alegria - 1965

      A década de 1970 marcou o fim das atividades do pioneiro Alfredo Fedrizzi à frente da empresa em Campina da Alegria, após 31 anos dedicados ao exitoso empreendimento. Fortemente homenageado por toda a comunidade e funcionários, fixou residência em Caxias do Sul/RS, onde viviam filhos e netos.
     Um novo impulso na empresa aconteceu na década de 1990 quando, em 1994, seu controle acionário foi assumido pelo Grupo Habitasul de Participações S.A. Hoje, com 73 anos de existência, a Celulose Irani S.A. é uma empresa reconhecida nacional e internacionalmente. Para conhecer mais da história ilustrada da empresa, navegue pela cronologia disponível em www.irani.com.br/pt/info/historia?ano=1940.

Fonte e imagens: www.irani.com.br