segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Campos Novos, Palmitos, Xanxerê e Xaxim: municípios beneficiados com o Cartão Reforma - jan 2018

A matéria desta postagem teve por foco o município de Blumenau, mas informou a relação dos demais municípios catarinenses contemplados com o benefício, a maioria deles localizada no Meio Oeste e Oeste de Santa Catarina.


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     O projeto do governo federal é recente - regulamentado em novembro de 2017 - e o termo de compromisso com o município* foi assinado em 28 de dezembro do ano passado.
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     Em Santa Catarina, apenas seis cidades receberão o Cartão Reforma em um primeiro momento: Blumenau, Campos Novos, Lages, Palmitos, Xanxerê e Xaxim. O investimento é de R$ 100,4 milhões, sendo R$ 4,3 milhões para o Estado, destinados a 756 famílias.
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*Refere-se a Blumenau.
Fonte: Jornal de Santa Catarina - Economia - 11/01/2018 - p. 6
Texto: Augusto Ittner - augusto.ittner@somosnsc.com.br - Blumenau

Chapecoense: Verdão empresta Bruno Pacheco para substituir Reinaldo - jan 2018


     O lateral-esquerdo Bruno Pacheco, de 26 anos, foi emprestado ontem pela Chapecoense. O jovem atleta, emprestado pelo Bragantino, disputou o Brasileirão no ano passado pelo Atlético-GO e chega com a difícil missão de substituir Reinaldo.
     - Ele (Reinaldo) é um grande jogador, mas eu estou aqui para buscar o meu espaço. Estou emocionado de estar aqui, onde quero fazer história, um bom trabalho. Pode ter certeza que vontade não vai faltar, nem determinação - disse Pacheco, que fica até o fim de 2018.

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Esporte - 11/01/2018 - p. 19

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

São Lourenço do Oeste, SMO e Chapecó: Maiores quedas no número de homicídios no período 2016-2017 - jan 2018


     Em um ano com explosão de assassinatos em Florianópolis e Joinville, Santa Catarina fechou 2017 com o que já era previsto: a alta de homicídios. Os dados estaduais divulgados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) na segunda-feira* apontam 983 casos de 1º de janeiro a 31 de dezembro, o que representa crescimento de 10% em relação a 2016, quando ocorreram 894 assassinatos.
     O aumento é o maior desde 2014, último período de balanço divulgado pela pasta. Naquele ano, houve 756 casos, alta de quase 30% na comparação com 2017. A consequência direta é a elevação da taxa de mortes por grupo de 100 mil habitantes, um dos principais medidores de violência do mundo. O índice catarinense em 2017 ficou em 14 mortes.
     Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a média aceitável é até 10 por grupo de 100 mil habitantes e índice acima disso significa problema. A secretaria rebate que somente acima de 20 mortes por 100 mil habitantes seria algo alarmante considerado pela ONU.
     Na divulgação das estatísticas, a SSP não contabilizou as mortes violentas como latrocínios (roubos seguidos de mortes) e em confrontos com as polícias Civil e Militar, o que elevaria ainda mais o crescimento da violência.
     Em Florianópolis, por exemplo, 2017 teve pelo menos 176 mortes, um recorde na história da Capital catarinense. Destas, segundo a SSP, 149 foram homicídios, contra 79 no mesmo período de 2016.
     Já em Joinville, foram 127 homicídios no ano passado - em 2016 ocorreram 122. Também houve crescimento de homicídios, por exemplo, nas cidades de Palhoça, Blumenau, Navegantes, Penha, Araranguá, Balneário Camboriú e Balneário Piçarras.


     Outro balanço que preocupa é a queda da apuração de autoria dos assassinatos pela polícia. Em 2017, o esclarecimento dos homicídios chegou a 48,1%, enquanto em 2016 foi de 51,9%. Sobre a motivação das mortes, 48,7 foram por causa não informada. Depois, aparecem o tráfico de drogas com 23,2%, as desavenças com 17,9% e a motivação passional com 5,2%.
     O secretário da SSP, César Grubba, não quis dar entrevista para comentar sobre os dados. A manifestação do titular aconteceu apenas na divulgação oficial do Estado, como tem acontecido nos últimos anos. Grubba afirmou que "é inegável que a criminalidade está cada vez mais audaciosa e isso é inquietante".
     O secretário disse ainda que "temos enfrentado a criminalidade com políticas públicas em conjunto com a sociedade" e destacou a nomeação de 9.344 servidores para a segurança deste 2011. Ele também argumentou que SC apresenta números bem distantes da realidade nacional.
     O secretário garantiu ainda o empenho no combate às facções criminosas, consideradas os grandes vilões da explosão da violência. Em 2017, houve chacinas e atentados contra as forças da segurança em cidades catarinenses.



     O aumento de assassinatos em 2017 gera um alerta sobre a necessidade de ampliar a prevenção e fortalecer ações dentro e fora da segurança pública. A defensora pública Fernanda Mambrini Rudolfo afirma que o Estado precisa atacar as causas dos homicídios e agir na prevenção. Para ela, SC trata a segurança pública só como questão de polícia e não envolve educação, lazer, saúde e oferecimento de outros serviços à população.
     - Muitos homicídios decorrem de disparos do tráfico de drogas, de pessoas que estão ociosas. Conversando com essas pessoas, a gente vê que a maioria largou a escola no primário ou começo do ginásio. É aí que temos que trabalhar: tentar combater a evasão - defende Fernanda.
     Para o presidente da Associação dos Delegados de Polícia de SC, Ulisses Gabriel, o aumento é preocupante e, para que se ocorra uma freada brusca, é necessário que se continue aumentando o efetivo das polícias, se valorize os policiais, entre outros pontos como gestão, tecnologia e repressão qualificada.
*08/01/2018.
Fonte: Jornal de Santa Catarina - Segurança - 10/01/2018 - p. 12
Texto: Diogo Vargas - diogo.vargas@somosnsc.com.br

Mafra, Concórdia, SMO e Chapecó: Bons mercados para franquias - jan 2018


Concórdia: vista parcial noturna


     Com menos opções de varejo do que as grandes cidades, os municípios catarinenses pequenos e médios têm tido maior potencial de crescimento comercial. É o que mostra o último relatório da Associação Brasileira de Franchising (ABF) sobre o aumento no número de unidades e redes de franquias em Santa Catarina entre 2016 e o primeiro semestre de 2017. Os maiores percentuais são de Mafra (31%), Concórdia (23%) e Itapema (18%). Florianópolis aparece no 11º lugar, com 10% de incremento, e Joinville, a mais populosa, no 19º, com 6%.
     É evidente que essas cidades menores partem de bases mais depreciadas, o que torna qualquer variação bastante expressiva. Ainda assim, dadas as populações, são aumentos consideráveis. Em termos absolutos, chama a atenção Balneário Camboriú, que tinha 199 unidades em 2016 e passou a 232 nos primeiros seis meses do ano passado.
     De acordo com a diretora da regional Sul da ABF, Fabiana Estrela, a interiorização do setor é um fenômeno nacional:
     - Tem um movimento das pessoas indo para o interior, principalmente pela qualidade de vida. Quem pode não sai (do interior), e quem saiu está voltando. Só que hoje, no mundo globalizado, as pessoas querem ter acesso a marcas que estão fora do interior. E quem quer ser empresário também pensa a mesma coisa: eu vou para o interior, mas quero me desafiar, quero abrir um negócio. A franquia acaba sendo uma opção.
     O empresário Brayan Carvalho entrou para a estatística da interiorização em maio de 2017 ao abrir uma franquia da Igui, especializada em piscinas, em Criciúma - nono lugar no ranking da ABF. A escolha da cidade, diz, foi precedida por uma pesquisa do potencial da região. O franqueado afirma que em 2018 o objetivo é abrir uma nova loja, desta vez em Içara.
     - Nas regiões mais afastadas, as pessoas estão mais carentes de oferta de serviço de qualidade e de algumas marcas - avalia Carvalho.
     A ida dos negócios para o interior, contudo, pode demandar algumas adaptações, conforme explica a representante da ABF, que vão além do tamanho.
     - Temos redes que fazem uma junção de várias marcas em uma loja, por exemplo. Então, vão se adequando os modelos de negócios, o mix de produtos e os canais de venda para essas cidades menores.


     Na visão de Fabiana, Santa Catarina, como um todo, tem sido uma boa opção para quem quer expandir negócios. No Sul, segundo a representante da associação, é o Estado com melhor situação econômica e maior potencial. No terceiro trimestre de 2017, SC registrou um crescimento de 21% em redes e um faturamento de R$ 1,5 bilhão, 6,3% a mais do que no mesmo período de 2016. Entre os setores que mais atuam em cidades catarinenses estão alimentação (27,1%), saúde, beleza e bem estar (20%) e serviços educacionais (13,4%).
     O setor de franquias, que continuou crescendo durante a crise, embora menos, deve seguir com bons níveis de incremento em 2018. A projeção para este ano é de aumento entre 7% e 10% no faturamento em relação a 2017.

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Economia - 10/01/2018 - p. 10
Texto: Larissa Linder - larissa.linder@somosnsc.com.br
Imagem: Genésio Gasperini - Disponível em www.skyscrapercity.com 

Chapecoense: Reforço no ataque para a nova temporada - jan 2018


     Caras novas, embora nem tanto. Os 10 times que disputam o Campeonato Catarinense que se avizinha foram ao mercado, mas não muito longe, para se reforçar. Vide os principais jogadores contratados para encarar o Estadual que inicia na quarta-feira* da próxima semana. Os destaques de cada clube são atletas conhecidos no futebol de Santa Catarina, até mesmo do próprio torcedor do clube, na maioria das vezes.
     Avaí, Criciúma e Tubarão, por exemplo. têm entre as principais contratações jogadores que vestiram suas camisas antes. O Leão conta com André Moritz,  formado em sua base e que passou uma década no exterior e agira volta a usar azul e branco. O Tigre e o Peixe, por sua vez, têm atletas que nem passaram tanto tempo desde a última partida pelas equipes. Élvis estava no Heriberto Hülse no segundo semestre de 2016, e Daniel Costa jogou pelo time do Domingos Silveira Gonzales no Catarinense passado,
     Somente Chapecoense e Figueirense têm destaques que vão para o seu primeiro Catarinense - o atacante Guilherme e o goleiro Denis, respectivamente. 



     Houve atleta que não precisou ir longe para trabalhar em novo clube. Estes são os casos de Concórdia, Hercílio Luz, Inter de Lages e Joinville. De acordo com o gerente de futebol do JEC e membro da Associação Brasileira de Executivos de Futebol (Abex Futebol), Carlos Kila, montar um elenco atualmente exige ainda mais do dirigente.
     - Acontece em função da economia também. O nível de investimento cai, e ele tem que ser criativo para montar um grupo equilibrado, com qualidade e experiência. E precisa ser criterioso para contratar pela exigência ainda maior. Outra alternativa é a troca, como tem ocorrido inclusive em grandes clubes do país. Se há dificuldades em uma posição e excesso de atletas em outra, é uma maneira criativa de solucionar a questão - relaciona o executivo.
     Quando a bola rolar, enfim, o torcedor poderá descobrir se a criatividade dos dirigentes foi acertada, se as apostas foram certeiras. E falta pouco para ver isso de perto.
*17/01/2018.
Fonte: Jornal de Santa Catarinense - Catarinense - 09/01/2018 - p. 19
Texto: João Lucas Cardoso - joao.lucas@somosnsc.com.br

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Oeste: Vendas de veículos novos - jan 2018

O Jornal de Santa Catarina publicou, sob o título 'Otimismo para vendas de veículos no Vale em 2018', dados sobre a evolução das vendas de veículos novos no Vale do Itajaí no período 2016-2017. Para fins de comparação, publicou um quadro com as vendas realizadas no período em outras regiões de Santa Catarina.


Fonte: Jornal de Santa Catarina - Economia - 09/01/2017 - p. 8
Reportagem: Augusto Ittner - augusto.ittner@somosnsc.com.br - Blumenau 

São Miguel d'Oeste e Campo Erê: Palestras do senador Álvaro Dias - jan 2018


Fonte: Jornal de Santa Catarina - Coluna de Moacir Pereira - 09/01/2017 - p. 7



     Qual o objetivo da visita?
     Estamos numa fase de pré-campanha, onde se busca colher sugestões, ouvir as pessoas. A proposta de governo não é mais importante do que a apresentação das credenciais, ou seja, do passado, da história do candidato, o que fez e como fez, se tem uma experiência administrativa.

     Como o senhor se coloca com as pesquisas indicando polarização?
     Está havendo uma interpretação equivocada das pesquisas. Não há definição do eleitor. 70% deles não têm candidato. Quando se diz que fulano tem 30% de intenção de votos ele tem 30% de 30% dos eleitores, portanto apenas 9%. O que a análise da pesquisa deve considerar é a rejeição. Ela, sim, é vital porque diz respeito ao passado e ao presente dos candidatos.

     O que será diferente em sua proposta de governo?
     Enquanto alguns dizem que a sociedade está buscando um outsider ou candidato alternativo, os eleitores dizem diferente. Querem experiência administrativa e passado limpo. Defendo um governo reformista, que promova a refundação do Estado brasileiro, com seu enxugamento, tornando-o mais econômico, mais inteligente e mais eficiente. Isso passa pelo Legislativo, com a redução dos quadros em todas as instâncias. E passa pela eliminação dos privilégios das autoridades dos três poderes. Quando se fala em auxílio-moradia, em verba indenizatória e outros penduricalhos, estamos falando em complementação salarial que provoca indignação nos brasileiros, com justificada razão.

     E a reforma previdenciária?
     Todas as reformas são necessárias, a começar pela reforma do Estado. O Estado brasileiro está falido, que cresceu pelo modelo corrupto criado, consolidado e institucionalizado em Brasília, clonado e transplantado para Estados e municípios. O Brasil não melhora com este sistema corrupto de balcão de negócios, uma usina de escândalos e corrupção, e matriz de governos corruptos e incompetentes existentes no país nos últimos anos.

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Coluna de Moacir Pereira - 12/01/2018 - p. 11