terça-feira, 21 de agosto de 2018

Chapecó: 10ª Mercoagro Carne & Leite - setembro de 2014

10ª Mercoagro Carne & Leite - Chapecó/SC

MERCOAGRO

     Consolidando sua posição como polo de eventos no Oeste, Chapecó realiza até amanhã a 10ª Mercoagro Carne & Leite, com exposição de produtos da agropecuária. O governador interino Nelson Martins e o prefeito José Caramori conheceram a miniusina para beneficiamento de leite que processa 500 litros por dia.

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Coluna de Moacir Pereira - 11/09/2014 - p. 6
Imagem: Gabriela Stocco - Divulgação

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Videira: Convite para importante evento da área do Turismo - agosto 2018

A região do Meio Oeste de SC tem um grande potencial turístico e ações como esta são muito importantes para a consolidação desta importante atividade econômica.



Fonte: museudovinho@yahoo.com.br - recebido em 07/08/2018 - 10h26'

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Chapecó: Dia da Imprensa Catarinense - julho de 2014

O Jornal de Santa Catarina, em 21/07/2014, publicou notícia referente ao Dia da Imprensa Catarinense.


Professor Aristides Cimadon, reitor da Unoesc

COMUNICAÇÃO

     Profissionais de comunicação com 50 anos de atividade serão homenageados dia 2*, em Chapecó, nas comemorações do Dia da Imprensa Catarinense. Serão distinguidos o publicitário Antunes Severo, o radialista Valmor de Bona, o jornalista Celso Nunes Moura e o repórter fotográfico Antônio Carlos Mafalda. O reitor da Unoesc, Aristides Cimadon, receberá homenagem especial.
*02/08/2014

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Coluna de Moacir Pereira - 21/07/2014 - p. 6
Imagem: www.tropicalfm99.com.br - sem citação do autor

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Chapecó: Shopping Pátio Chapecó é destaque na Revista Veja - agosto de 2012

O Shopping Pátio Chapecó foi citado em reportagem da Revista Veja de 29/08/2012, que trata do crescimento da quantidade de shopping centers em pequenas e médias cidades, e de como estes modificam os hábitos de consumo e lazer da população.


PERTO DE CASA As catarinenses Flávia Sell, nutricionista, e Josiani Favero, arquiteta, visitam semanalmente o primeiro shopping de Chapecó. Até outubro do ano passado, o centro comercial mais próximo ficava a 330 quilômetros de distância, em Lages

     O número de shopping centers em cidades do interior superará, pela primeira vez, o dos grandes centros urbanos. Até o fim deste ano*, segundo previsão da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), haverá 230 unidades em funcionamento nas capitais e duas a mais no restante do país. O dado reflete o aumento mais acentuado da renda no interior, que tem recebido investimentos em agronegócio e mineração e indústrias interessadas em reduzir custos com infraestrutura e mão de obra. Metade do poder de consumo nacional atualmente está concentrada em cidades com menos de 300000 habitantes, segundo estudo da consultoria Bain & Company. Até fim deste ano, estima-se que dezesseis shoppings serão inaugurados no interior. Em 2013 serão 29. Trata-se de um fenômeno de origem econômica, mas com grandes repercussões sociais. Para muitos moradores, a história de seu município terá um novo marco temporal: antes e depois do shopping.


     Em Chapecó, em Santa Catarina, os encontros de fim de semana tradicionalmente eram em casas de amigos e familiares, ocasiões em que se comia churrasco e bebia chimarrão. Desde outubro do ano passado**, o mate é degustado nos corredores de um shopping e a carne assada enfrenta a concorrência de restaurantes chineses, japoneses, italianos e de redes de fast-food. Chapecó tem 200000 habitantes, o dobro do que é considerada a população mínima para receber um shopping - pela definição oficial: um centro comercial com administração independente, mais de 5000 metros quadrados de área locável e, na maioria das vezes, estacionamento. Antes da inauguração do Pátio Chapecó, para fazer compras era preciso ir às lojas de rua, abertas apenas em horário comercial, ou viajar 330 quilômetros até o shopping mais próximo, em Lages. O empreendimento facilitou a vida não apenas dos chapecoenses como também a dos moradores de oitenta municípios próximos. "Eu costumava gastar horas rodando a cidade em busca do que precisava", diz a nutricionista Flávia Sell, de 34 anos. "Hoje resolvo tudo em um só lugar."
     O público do interior gosta de shoppings pelos mesmíssimos motivos que o das capitais: eles são mais seguros, mais práticos e, em geral, mais agradáveis do que as lojas de rua. Mas a versão interiorana do negócio costuma exigir algumas adaptações. Uma diferença está nas praças de alimentação. No interior, os restaurantes não podem ser apenas um lugar para fazer uma refeição prática e rápida, cheio de clientes com crachá no pescoço preocupados em retornar ao trabalho. "Nas cidades menores, as praças de alimentação tornam-se um local de lazer. As pessoas gostam de se sentar e apreciar um chope sem pressa", diz Rodrigo Perri, sócio-diretor da rede de fast-food Vivenda do Camarão. Por isso, há mais restaurantes de shoppings de interior com garçons do que nas capitais. Nos cinemas, as cópias são quase sempre dubladas, para atender ao costume de um público que antes só assistia filmes pela televisão. Outra diferença é que as escadas rolantes são raras. Isso porque, como o preço do metro quadrado fora dos grandes centros urbanos costuma ser baixo, as construções pode se dar ao luxo de ser mais horizontais.
     Para saber se um município tem potencial para ganhar um shopping, levam-se em conta o tamanho e a capacidade de compra da população da região. Parauapebas, no interior do Pará, por exemplo, tem habitantes ávidos por consumo por causa dos elevados investimentos da Vale e de dezenas de empresas que prestam serviço à mineradora. O município, conhecido como "dormitório dos funcionários da Vale", ganhou o primeiro shopping no ano passado, o Unique, com 126 lojas. "Nossa expectativa era receber 180000 pessoas por mês, mas a média de visitas tem sido de 300000", diz o economista Dario Noronha, sócio da Urbia, desenvolvedora e administradora do shopping, que já tem um plano de expansão para 2013.
     Por ser um setor que dá um retorno rápido aos investimentos, não faltam crédito nem incentivos extras para os novos shoppings. Nas capitais paulista e fluminense, a demora para obter licença de operação, por exemplo, é de três anos. No interior, seis meses. Muitos prefeitos também abrem mão de taxas municipais. EM contrapartida, ganham com a geração de empregos e a valorização imobiliária. "Chapecó ficou mais cosmopolita com o shopping", comemora o prefeito José Caramori.

*Refere-se ao ano de 2012.
**Refere-se ao ano de 2011.

Fonte: Revista Veja - Negócios - 29/08/2012 - p. 104-5
Texto: Tatiana Gianini
Imagem: Luiz Maximiano

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Chapecó: Katielli Gasparin é uma das seis finalistas do Verão Top Model - março de 2015

Katielli Gasparin, de Chapecó, foi uma das seis finalistas do Verão Top Model, concorridíssimo concurso que teve 1,6 mil jovens inscritas. A matéria abaixo, publicada na edição de 07 e 08/03/2015 do Jornal de Santa Catarina, anuncia a final do evento.


NESTE SÁBADO As seis finalistas disputam o título em Laguna

EVENTO DEFINE NOVO ROSTO DE SC
Representantes de seis cidades catarinenses vão desfilar em evento que será transmitido pela RBS TV

     O verão em Santa Catarina termina com a escolha da nova Top Model a representar o Estado no mundo fashion. De 1,6 mil inscritas, chegamos ao momento em que uma das seis finalistas será escolhida para assinar um contrato de R$ 100 mil com a Way Model, maior agência de modelos da América Latina.
     A final da quinta edição do Verão Top Model acontece neste sábado* em Laguna, com transmissão ao vivo pela RBS TV para todo o Estado, a partir das 14h50min.
     As finalistas são: Bianca Freitas, de Joinville; Andressa Beck, de Blumenau; Katielli Gasparin**, de Chapecó; Joana Purin, de Lages; Patrícia Justino, de Tubarão; e Isabela Zoz, de Florianópolis.
     Entre os jurados está a editora da Revista Vogue Brasil Antonia Petta, a modelo Ana Claudia Michels, a produtora de moda Kenia Costa, o instrutor de passarela Naime Wihby e os donos da Way Model Anderson Baumgartner e Zeca de Abreu. O evento também terá a participação do ator global Kayky Brito e da atriz Monique Alfradique, além dos shows de Kim Lírio e Dudu Fileti, ex-participantes do The Voice Brasil.

*07/03/2015
**A edição seguinte do JSC informou que Katielli Gasparin ficou entre as três finalistas, juntamente com Andressa Beck, de Blumenau. O concurso foi vencido por Isabela Zoz, de Florianópolis.

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Sua Vida - 07 e 08/03/2015 - p. 29
Imagem: Fernando Willadino - Divulgação

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Chapecó: 20ª EFAPI - junho de 2015

Nota publicada pelo Jornal de Santa Catarina em 17/06/2015 informava sobre a possibilidade de cancelamento da 20ª EFAPI, confirmada naquela data pelo prefeito de Chapecó.



     O prefeito de Chapecó, José Caramori (PSD), anuncia hoje se a 20ª Exposição-Feita Agropecuária, Industrial e Comercial (Efapi), a maior do gênero em Santa Catarina, será mantida ou cancelada. A Efapi já vendeu os estandes, mas em função da crise não obteve apoio dos patrocinadores institucionais.

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Coluna de Moacir Pereira - 17/06/2015 - p. 6

EFAPI 2015 É CANCELADA POR MOTIVOS ECONÔMICOS EM CHAPECÓ, NO OESTE

O prefeito de Chapecó, José Caramori (centro), ao informar o cancelamento da 20ª EFAPI

     A 20ª edição da Exposição-Feira Agropecuária, Industrial e Comercial de Chapecó (Efapi), feira multissetorial e agropecuária da região Oeste, foi cancelada. A informação foi divulgada oficialmente na tarde desta quarta-feira (17) pela Prefeitura e Comissão Central Organizadora (CCO).    
     Os expositores que já haviam iniciado o pagamento dos espaços serão reembolsados. O evento, que é bianual, será transferido para outubro de 2017, "ano do centenário de Chapecó".
     "Esta é uma medida de precaução, pé no chão, de responsabilidade, para não comprometer recursos e a imagem da feira, que possui público expressivo e negócios expressivos. Em tempo de crise não se faz festas. Em tempos de crise, se trabalha", explica o prefeito de Chapecó, José Caramori.
     
ANÁLISE DE PATROCINADORES E ANUNCIANTES

     Segundo o chefe do executivo municipal, a decisão foi tomada após uma análise entre setores econômicos da cidade, anunciantes e patrocinadores da feira.
     "Ela não pode ser feita de qualquer jeito, não pode ser feita com menos tamanho. Tentamos de várias maneiras avaliar, mas segmentos empresariais que estávamos prospectando, patrocinadores, estavam pensando em diminuir investimentos. Expositores locais tabém disseram que não iriam participar este ano. [Além disso, também foram analisadas] experiências vividas poe outras feiras, sem público", acrescenta Caramori.
     A Efapi reúne cerca de 650 expositores, do Brasil e de outros países do Mercosul. O prefeito informou que o Governo de Santa Catarina havia sinalizado com apoio de aproximadamente R$ 500 mil em recursos, mas o valor estava muito aquém do que seria necessário capitalizar para realizar a feira: entre R$ 2,5 milhões e R$ 3 milhões.
     Caramori ressalta que a região deve contar com outros eventos, realizados em outubro, período em que ocorreria a Efapi. "Nós temos muitas feiras, a Efapi se tornou numa grande 'feira festa', com parque de diversões, mas outras feiras setoriais podem ocupar esta data e alocar público suficiente [para movimentar o setor regional]".

Fonte: www.g1.globo.com
Imagem: Efapi - Divulgação - Disponível em www.g1.globo.com

sexta-feira, 23 de março de 2018

Maravilha: leite Piracanjuba, embalagem com história - janeiro 2017

Damos preferência ao leite que vem do Meio Oeste e Oeste Catarinense. Esta manhã, ao preparar para reciclagem uma embalagem da marca Piracanjuba, que juntamente com a marca Tirol abastece a despensa de nossa casa, observei que a empresa faz uso da embalagem para contar um pouco da sua história. Curioso, fui conhecer um pouco mais sobre o seu surgimento e trajetória corporativa.







Detalhe da embalagem de leite


     Desde 1955, a Piracanjuba é sinônimo de sabor e qualidade. Essa história, construída com toda dedicação, cuidado e carinho, teve início no Estado de Goiás, na cidade de Piracanjuba, dando origem ao nome da marca que hoje está entre as 20 mais presentes nos lares de todo o país.
     Sempre empenhada para o constante desenvolvimento, a indústria se estabeleceu, em 1986, na cidade de Bela Vista de Goiás (GO). Esse marco trouxe uma nova fase de crescimento e inovação, ampliando o portfólio e a abrangência da empresa, que hoje já produz mais de 90 produtos, divididos entre as marcas Piracanjuba e Pirakids, muitos deles entre os mais vendidos em diversas regiões do Brasil.
     Para que isso fosse possível, o Laticínios Bela Vista ampliou a fábrica em Bela Vista de Goiás e inaugurou duas novas unidades nas cidades de Maravilha (SC), em 2011, e Governador Valadares (MG), em 2014. Juntas, as três Unidades Fabris já processam mais de 4,3 milhões de litros de leite por dia  e geram cerca de 1,9 mil empregos diretos, além de milhares de empregos indiretos.
     A empresa já é uma das 5 maiores indústrias de laticínios do Brasil e vem recebendo importantes reconhecimentos nacionais e internacionais, relacionados à marca, aos produtos e à sua gestão, fundamentada em valores sólidos, como ética, valorização das pessoas e responsabilidade socioambiental.
     Em 2014, a empresa conquistou o título de Melhor Empresa do Agronegócio no Segmento de Leite e Derivados, no Anuário Melhores e Maiores da Revista Exame, com destaque para o crescimento de Vendas no Setor de Bens de Consumo, onde obteve o 1º lugar. O conceituado Anuário Valor 1000 confirmou o Laticínios Bela Vista como a 5ª maior Empresa do Setor de Alimentos no Brasil e 296ª maior empresa do país, com a 3ª melhor posição em Crescimento Sustentável e a 5ª Maior Rentabilidade entre as empresas do setor de alimentos. Outro destaque foi o recebimento do prêmio Melhor Empresa do Agronegócio no Segmento de Laticínios, promovido pela Editora Globo em parceria com a Revista Globo Rural.
     Todas estas conquistas estão diretamente ligadas ao objetivo maior de desenvolver produtos e serviços que proporcionem qualidade de vida e bem-estar aos consumidores, colaboradores e parceiros. Afinal, não basta fazer bem. É preciso gostar de fazer bem.
     Piracanjuba: Gostamos de fazer bem o que te faz bem.


Fonte: http://www.piracanjuba.com.br - Pesquisado em 02/01/2017