sábado, 12 de outubro de 2019

Chapecó: unidade da UNOESC é elevada à categoria de campus universitário - fevereiro de 2015


UNOESC

     A Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), que nasceu em Chapecó e hoje tem a reitoria em Joaçaba, elevou a unidade chapecoense à categoria de campus universitário. O professor Antônio de Marco foi empossado vice-reitor.

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Coluna de Moacir Pereira - 06/02/2015 - p. 10
Imagem: Divulgação

terça-feira, 23 de julho de 2019

Rio das Antas: Paróquia da IECLB organiza sua administração - junho de 2014

Em sua edição de junho de 2014 o jornal O Caminho publicou matéria referente a questões ligadas à administração de todas as comunidades ligadas à Paróquia Evangélica de Confissão Luterana de Rio das Antas.


IECLB de Rio das Antas/SC

Rio das Antas quer transparência

     A Paróquia Evangélica de Confissão Luterana de Rio das Antas deu início ao processo de acompanhamento da situação fiscal, legal e imobiliária de todas as comunidades a ela ligadas. Em dezembro de 2013, na assembleia geral da paróquia, foi escolhida uma comissão de transparência, formada por três membros leigos e um pastor ordenado, para visitar todas as comunidades e tomar ciência da real situação das comunidades, seja em sua contabilidade, documentação e inventário.
     A primeira visita da comissão de transparência foi na Comunidade Evangélica de Confissão Luterana em Fraiburgo. O presbitério da comunidade e o conselho fiscal da comunidade se reuniram com a comissão formada pelos senhores Marcos Arndt e Alcides Penno, pela senhora Cristina Freiheit e pelo pastor Armin Hollas.
     Com vasta documentação e relatórios apresentados a comissão foi analisando a situação a partir de 21 perguntas elaboradas. Foram verificadas escrituras imobiliárias da comunidade e a averbação das construções, livros de registro contábil, dízimo, pareceres do Conselho Fiscal da comunidade, livros de atas das reuniões e das assembleias, livros caixa, cadastros de membros, comprovantes fiscais, etc.
     A situação fiscal e legal da comunidade se mostrou satisfatória. Com toda a certeza sempre há e sempre haverá algum ponto em que a comunidade precisa dar atenção, pois os presbitérios tem seu trabalho de boa vontade e voluntário e são passíveis de enganos ou esquecimentos. A função da Comissão de transparência é justamente auxiliar nesta questão. A comissão então aponta os possíveis e necessários encaminhamentos.
     Jesus nos diz: "Se a vossa justiça não ultrapassar em muito a de escribas e fariseus, jamais entrareis no Reino dos Céus" (Mt 5.20). A transparência das contas e documentos de nossas comunidades e paróquias vai além do que a lei exige, mas é um testemunho alto e claro da Missão de Deus neste mundo. Não basta ter contas e documentos em dia, mas estes precisam estar à disposição e transparentes, seja aos membros da comunidade, seja à paróquia ou sínodo, seja à IECLB ou à sociedade como um todo.
     O assunto transparência foi motivo de polêmica também na 18ª Assembleia Sinodal do Sínodo Vale do Itajaí. Uma moção, longamente debatida, pedia maior transparência das paróquias. O cuidado com as contas e o patrimônio, os livros e os registros foi incentivado, com ajuda da administração sinodal.
     A iniciativa porém foi vista por alguns como ingerência e auditoria forçada. Para o presidente do Conselho Sinodal, Rubens Olbrisch, a intenção do sínodo é somente ajudar para que tudo corra bem na administração. O próprio pastor presidente, presente na assembleia no Vale, destacou que erros travam até a administração central, em Porto Alegre.

Fonte: Jornal O Caminho - Vida Comunitária - Ano XXX - N° 6 - junho de 2014 - p. 5
Imagem: www.mapasbrasil.net

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Xanxerê: Obituário - falecimento de Juvino Cardoso - dezembro de 2014

Fonte: Jornal de Santa Catarina - 31/12/2014 e 01/01/2015 - Coluna do Leitor - p. 13

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Chapecó: treinamento de Corpo Voluntário de Emergência (CVE) - agosto de 2014

Treinamento de Corpo Voluntário de Emergência - Chapecó/SC

EMERGÊNCIA

     A prefeitura de Chapecó está investindo no treinamento de um novo Corpo Voluntário de Emergência (CVE). Foi formado no município um grupo habilitado a prestar primeiros socorros em caso de acidente com aeronaves. O objetivo é formar uma rede de apoio ao Corpo de Bombeiros e demais órgãos de segurança pública. Na foto, uma simulação, realizada na manhã de ontem*, envolveu cerca de 100 pessoas nas proximidades do Aeroporto de Chapecó.
*14/08/2014
Fonte: Jornal de Santa Catarina - Coluna de Moacir Pereira - 15/08/2014 - p. 6
Imagem: Mauri Oliveira - Divulgação

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Chapecó: iniciadas as obras de construção do Parque Científico e Tecnológico - setembro de 2014

Obras do Parque Científico e Tecnológico de Chapecó

PARQUE TECNOLÓGICO

     As obras de terraplanagem do Parque Científico e Tecnológico de Chapecó já começaram e a empresa que venceu a licitação está trabalhando nas fundações do prédio administrativo. O orçamento estimado é de R$ 7,2 milhões. Dentre os principais objetivos do projeto estão o aprofundamento na área da pesquisa científica e tecnológica e a disseminação da cultura do empreendedorismo.

Fonte: Jornal de Santa Catarina - Coluna de Moacir Pereira - 30/09/2014 - p. 6
Imagem: Marcio Tecchio - Divulgação

sexta-feira, 22 de março de 2019

Oeste: No Dia Mundial da Água, preocupação com resquícios de agrotóxicos na água de abastecimento - março 2019

     
     Uma análise de amostras da água consumida em 100 cidades catarinenses, feita a pedido do Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC), mostrou que 22 municípios recebem nas torneiras água com resquícios de agrotóxicos. Entre as substâncias, há produtos que estão proibidos em outros países, suspeitos de causarem danos à saúde, e outros que não têm parâmetros estabelecidos pelo governo brasileiro - o que impede avaliar se podem provocar algum dano.
     As amostras foram coletadas entre março e novembro de 2018, em um programa do Centro de Apoio ao Consumidor do MP-SC, em parceria com a Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento (Aris) e a Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc). Os locais foram escolhidos com nase na relação entre população, cultivo de alimentos e venda de pesticidas. Foram incluídos municípios na Grande Florianópolis, Oeste, Sul, Vale do Itajaí, Norte e também Serra.
     Os resultados obtidos nas amostras foram analisados pela engenheira química Sonia Corina Hess, pós-doutora em Química e professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que presta consultoria técnica nas áreas de saúde e meio ambiente para o MP-SC - e a avaliação mostrou um cenário preocupante.
     Em 13, das 22 cidades onde foram encontrados resquícios de agrotóxicos na água, havia mais de um princípio ativo presente. O município com maior variedade de pesticidas na água foi Rio do Sul, no Alto Vale, com sete substâncias diferentes. Itapema, no Litoral Norte, teve seis.
     O MP-SC pediu análise de 204 ingredientes ativos de agrotóxicos nas lavouras em Santa Catarina. O Ministério da Saúde estabelece, hoje, parâmetros para 27 dessas substâncias. Por isso, muitos dos agrotóxicos identificados não têm valores máximos definidos para a água de abastecimento no Brasil.

     
     Entre os que têm limite estabelecido, nenhum deles foi ultrapassado. O que não torna a situação menos grave, segundo a análise do MP-SC.
     - Essa contaminação repercute em riscos à saúde dos consumidores, uma vez que possivelmente há agrotóxicos e poluentes presentes (...), com efeitos imprevisíveis sobre a saúde da população exposta - avalia a pesquisadora.
     Os parâmetros são alvo de discussão em um grupo de trabalho no Ministério da Saúde. O catarinense José Francisco Mora, biólogo da Aris, faz parte dessa comissão. As discussões são para revisar a portaria que estabelece os parâmetros que definem se a água é potável.
     Os agrotóxicos serão debatidos no próximo encontro do grupo em Brasília, em maio, e o levantamento feito em Santa Catarina deve subsidiar a avaliação. 

     
     A promotora de Justiça Greicia Malheiros da Rosa Souza, responsável pelo Centro de Apoio Operacional do Consumidor, que solicitou as análises, diz que o laudo merece atenção. O MP-SC já atua, no Estado, com o monitoramento de alimentos, que trazem uma panorama da presença de defensivos. Hoje, 70% das amostras de frutas, legumes e verduras têm resquícios de agrotóxicos, e 20% delas apresentam produtos proibidos ou que estão acima do limite permitido.
     - A água é problema ainda maior do que os alimentos, porque não podemos parar o abastecimento. Por isso, precisamos trabalhar na prevenção - diz.
     A promotora chegou a enviar os dados ao Ministério da Saúde, no fim de 2018, para que fossem analisados. Mas não obteve resposta. Foi quando recorreu à pesquisadora catarinense Sonia Hess.
     O objetivo agora do Ministério Público de Santa Catarina, é estender o monitoramento para todas as cidades do Estado.


Quantidades de substâncias por município:

7 - Rio do Sul
6 - Itapema
5 - Mafra e Itaiópolis
4 - Rio Negrinho
3 - Coronel Freitas
2 - Ibirama, Ituporanga, Porto União, Joinville, Schroeder, Orleans e Gravatal.
1 - Taió, Massaranduba, Balneário Gaivota, Tubarão, Balneário Rincão, Jaguaruna, Balneário
     Camboriú, Balneário Piçarras e Ilhota.

Texto: Dagmara Spautz - dagmara.spautz@ somosnsc.com.br
Imagem: Tiago Ghizoni
Fonte: Jornal de Santa Catarina - Meio Ambiente - 22/03/2019 - p. 9

quinta-feira, 21 de março de 2019

Seara, Chapecó e Dionísio Cerqueira: estado lastimável das estradas - março 2019


Fonte: Jornal de Santa Catarina - Coluna de Moacir Pereira - 20/03/2019 - p. 10
Imagem: Divulgação